Finanças pessoais: O Guia Completo

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Quer organizar as suas finanças pessoais de maneira inteligente? Neste artigo apresentamos dicas valiosas para te ajudar nesse trabalho.

Infelizmente, o Brasil tem enfrentado uma crescente nos números de endividados, inclusive como um espelho dos índices de desemprego.

Com isso, saber como organizar as finanças pessoais toma um espaço importante nas vidas dos brasileiros.

Quando se pensa em economizar, cortar gastos e evitar as dívidas, é comum que surjam dúvidas sobre a forma com isso pode ser feito.

Nesse sentido, saiba que tudo dependerá de uma boa organização, que resultará de um bom planejamento de finanças pessoais.

Não existe uma receita exata para isto, afinal cada um sabe do que precisa e até onde pode ir.

No entanto, existem dicas valiosas e que podem ser aplicadas em diversas realidades.

Sabendo disso, resolvemos escrever este artigo para apresentarmos algumas formas de como organizar as suas finanças pessoais.

Ficou curioso(a)? Então não deixe de acompanhar a leitura!

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Por que organizar as finanças pessoais?

Viver preocupado com possíveis dívidas ou estar endividado pode gerar uma verdadeiro inquietamento e tirar a paz de muita gente, não é mesmo?

Desse modo, ficar de mente tranquila em relação às dívidas é uma das vantagens de organizar as finanças pessoais.

Porém, não para por aí! Se você consegue otimizar os seus gastos, é muito provável que sobre mais dinheiro para o que realmente te interessa ou para realizar desejos que acabam se distanciando pela má administração dos seus ganhos.

Sendo assim, ao organizar as finanças pessoais, ao passo que você se livra de dívidas, é possível que te sobre dinheiro para investir em novos planos.

Mas você deve estar se perguntando: “Como posso fazer isso?”.

Então não deixe de conferir os próximos tópicos e conhecer as nossas dicas.

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Como organizar as finanças pessoais?

Como em todas as atitudes que tomamos em nossa vida, darmos os primeiros passos também é importante para a organização das finanças pessoais.

Por isso, as nossas primeiras dicas estarão centradas nos gastos que você já possui, buscando organizá-los da melhor forma.

Logo após, apresentaremos formas de economizar com o que não é essencial, visando uma boa reserva para gastos emergenciais.

Vamos começar?!

1 – Detalhe o seu orçamento

Você já possui alguns custos fixos e essenciais, certo?

Sendo assim, o primeiro passo é detalhar todos eles, como os com água, luz, internet, supermercado, aluguel, escola etc.

Juntando tudo isso, você chegará ao valor mais importante do seu orçamento mensal: o seu custo de vida.

Com isso, tenha sempre em mente que estes custos entrarão nas suas finanças pessoais como o valor mais relevante a ser retirado do seu ganho mensal.

Afinal, estamos falando de necessidades básicas!

Por fim, o que sobrar dos seus ganhos, será aplicado aos custos variáreis.

2 – Trace metas para economizar com o não essencial

Agora chegamos aos gastos extras, como com lazer e compras não essenciais.

É natural considerar estes custos como essenciais, afinal lazer também faz parte de uma boa qualidade de vida.

Porém, é muito importante inserir estes gastos em nossa finança pessoal de forma inteligente e prudente.

Não é difícil nos depararmos com pessoas que acabaram se endividando pela má administração dos custos com lazer e compras não essenciais.

Por isso, o mais importante a se fazer é determinar o quanto de dinheiro você pode reservar mensalmente para estes fins, para que o prazer não se torne uma angústia.

Sendo assim, se você acha que está gastando demais com o que não é essencial, trace metas a curto e longo prazo para começar a economizar, como:

  • Comer fora de casa com menos frequência;
  • Selecionar finais de semana do mês para sair, enquanto reserva outros para atividades prazeroas possíveis de serem realizadas em casa;
  • Evitar comprar muitos itens não essenciais em um único mês.

Com isso, conforme você se aproxima de uma boa organização das finanças pessoais, também se afasta da possibilidade do endividamento.

3 – Esteja preparado(a) para os gastos anuais

Por mais que não estejam inclusos nos custos de vida mês a mês, você deve estar preparado(a) para os gastos anuais!

Mátricula escolar, material escolar, IPTU, IPVA: quando chegar a hora, é melhor que você tenha dinheiro reservado para isso!

O mais seguro aqui é reservar dinheiro mês a mês na sua conta, de preferência a poupança.

Isso porque, além de pontuais ano a ano, estes gastos costumam surgir pouco tempo depois das festividades de fim de ano, onde geralmente se gasta muito.

4 – Reservas emergenciais

A verdade é que ninguém está preparado fisicamente para aquela gripe surpresa, não é mesmo?!

E a situação fica ainda mais problemática quando além de físico, o despreparo também é financeiro.

Em casos de doença, surgem os gastos com medicamentos, consultas, idas ao médico etc.

Diante disso, é melhor que você tenha uma reserva para seus gastos emergenciais.

Aqui citamos as questões de saúde pela relevância que elas têm, mas até mesmo uma torneira quebrada pode demandar um gasto inesperado!

Então, não deixe de incluir uma reserva na sua organização de finanças pessoais para lidar com estas situações.

5 – Fique no controle das suas faturas e extratos

Mesmo que você já esteja pondo em prática as formas de economizar que citamos anteriormente, não deixe de consultar, sempre que possível, as suas faturas e extratos.

Mesmo que semanalmente, realizar este tipo de consulta pode te livrar de vários problemas, seja com descontrole financeiro ou com problemas como cobranças indevidas.

Quando você não tem o controle sobre o que é cobrado em suas contas bancárias e cartões de crédito, é possível que você não perceba algumas irregularidades que possam vir a ocorrer.

Aqui citamos as cobranças indevidas, que ocorrem quando uma empresa te cobra mais do que deveria ou lança um cobrança em seu nome sem que você tenha consumido aquele produto ou serviço.

Com isso, você pode acabar pagando por algo que foi cobrado injustamente, sem ao menos ter se dado conta, o que pode gerar um balanço negativo nas suas finanças pessoais.

Inclusive, o problema pode se agravar muito mais, pois é possível que a cobrança indevida se torne uma dívida negativada.

Se este for o caso, você estará sendo vítima de nome negativado indevidamente, o que pode te gerar diversos danos financeiros, como a dificuldade de conseguir crédito com bancos.

Porém, em casos de negativação indevida, você pode pedir uma indenização pelos danos morais sofridos.

Se isto te ocorrer, conte com a Resolvvi para fazer justiça. Avalie o seu caso grátis em nosso site e tudo será feito de forma online, sem burocracia e você só pagará pelo serviço se ganhar.

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E se eu tiver o meu próprio negócio?

Bom , se além do orçamento e gastos pessoais você também possuir um negócio próprio, fique atento(a).

Existe um dizer muito conhecido no ramo da administração de empresas: “O dinheiro do negócio não é o dinheiro do dono”.

Ou seja, é preciso que, além de uma organização de finanças pessoais, você também tenha controle sobre o dinheiro da sua empresa.

Claro que você terá a sua parte nos lucros, mas um negócio vai muito além do que ele dá de retorno.

Reposição de materiais, pagamentos de colaboradores, investimento em publicidade: tudo isso deve sair do dinheiro que a própria empresa gera.

Portanto, muito cuidado com o controle pessoal e profissional, afinal as dívidas podem afetar as duas áreas.

E por você ser o proprietário, caso o seu negócio gere dívidas, elas recairão sobre você!

Por fim, a nossa dica de encerramento é: invista na organização de suas finanças o mais rápido possível e veja o seu dinheiro render.

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