Aumento de aluguel: Saiba tudo sobre o aumento do valor!

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Você sabe o que tem ocasionado o aumento de aluguel? Então acompanhe este artigo para entender tudo sobre o aumento do valor!

A escolha de um imóvel para aluguel costuma levar em consideração alguns fatores, como o tipo de propriedade, localização, faixa de preço, realização do contrato e a mudança.

No entanto, a aceleração da inflação nos últimos meses tem chamado atenção para um detalhe: o índice que pode definir o aumento contratual do aluguel.

Portanto se você quer entender porque o aumento de aluguel tem se tornado motivo de preocupação, então acompanhe a leitura deste artigo com atenção!

Aumento de aluguel em 2021: entenda os motivos para isso acontecer

Muitas pessoas levam sustos ao pensar no quanto o aluguel aumentou de forma considerável ultimamente.

Mas o que será que levou a tamanho aumento de aluguel em 2021, mesmo com o fato de estarmos em meio à pandemia no Brasil?

Em maio deste ano, o IGP-M (Índice Geral de Preços Mercado), atingiu a maior alta dos últimos 25 anos.

Portanto, para quem tinha contratos que completariam um ano no mês seguinte, em junho, isso quer dizer que teria um reajuste potencial de 37,04% no valor das mensalidades. 

Ou seja, faz vários meses que o aumento do aluguel preocupa os inquilinos.

E isso é compreensível, já que nem todos têm costume de acompanhar esses números nos jornais ou grande mídia.

Por isso acabam descobrindo, de repente, que vai precisar pagar muito mais pelo lugar que aluga.

Mas o que aconteceu para tornar esses aumentos de aluguel tão altos? Então acompanhe para descobrir!

Veja também: é possível fechar aluguel com o nome sujo?

Veja como funciona o índice IGP-M, e sua responsabilidade sobre o aumento de aluguel

Confira a seguir como o IGP-M impacta o aumento do aluguel e entenda como esses índices são calculados.

Para criar o “índice geral”, o IGP-M baseia-se em outros três índices, cujos impactos dependem de muitas variáveis de nossa economia: 

  1. Em primeiro lugar, o IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo),calcula a variação de preço para produtores e sofre influência do preço do dólar.

Portanto seu peso no IGP-M é de 60%.

2. IPC (Índice de Preços ao Consumidor): esse índice vai acompanhar os preços que chegam ao consumidor final dos produtos. Tendo peso de 30% no cálculo 

3. já o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção), geralmente mostra a mudança de preços de mão de obra, ou seja, serviços e material de construção.

Portanto esse índice tem peso de 10% em cima dos valores.

Esses três índices têm subido ao longo dos últimos meses e não estão parando. Por isso reflete-se no aumento do preço do aluguel.

Em fevereiro de 2021, por exemplo, o INCC foi de 10,18%, enquanto em julho o percentual era de 17,35%. 

Em resumo, as altas nos preços de aço, a alteração na tarifa de energia elétrica, saltos do dólar também têm influência no IGP-M.

E como resultado, isso incide nos aumentos de contratos de aluguel. 

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Entenda as diferenças entre o IGP-M e o IPCA no que diz respeito ao aumento de aluguel

Famoso como a “inflação dos aluguéis”, o IGP-M C, geralmente é utilizado nos contratos de aluguel.

Mas existe uma dúvida em relação a isso: não seria melhor utilizar logo o IPCA, jáque é o medidor oficial de inflação?

Como você já leu, o tamanho do aumento do IGP-M põe dificuldade na hora dos cidadãos conseguirem pagar o aluguel, seja residencial, seja comercial.

E nesses momentos, é possível uma adaptação para surgirem nova convenções.

Isso porque, ao se sentirem prejudicados pela pandemia, lojistas entraram na justiça contra o reajuste via IGP-M que provocou o aumento de seus contratos de aluguel.

Portanto isso deixou inviável manter seus aluguéis em shoppings.

Além disso, alegaram a justificativa de que o aumento era abusivo dentro do contexto atual.

Por outro lado, pelo aspecto residencial, algumas imobiliárias passaram a adotar o IPCA como novo padrão.

Mas vale lembrar que o IPCA também subiu, mas o acúmulo, na maioria das vezes, torna-se mais aceitável em comparação ao IGP-M.

Além disso, é bom lembrar que nãos existe obrigação por lei a realizar essa troca, portanto fica a critério das imobiliárias adotarem um ou outro índice.

Ou seja, como isso é uma questão de escolha do proprietário, pode ser que o inquilino consiga fazer uma negociação na hora de assinar o contrato de aluguel.

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O que preciso saber para negociar o valor de aluguel?

Em face dos grandes aumentos sobre o preço do aluguel e com a autonomia dos proprietários escolherem um modo projetar qual o melhor índice nos contratos, há uma boa notícia:

É possível negociar o aumento de aluguel!

Por isso separamos algumas estratégias para você adotar na hora de tentar negociar esses valores.

Essa possibilidade é um fato a se considerar, já que muitos proprietários vão preferir manter a renda por meio do atual inquilino ao invés de buscar outro. 

1. Seja proativo: Em primeiro lugar, saber agir com proatividade pode fazer toda diferença na hora de conseguir um abatimento nos valores de aluguel.

Por isso fique de olho na “data de aniversário” do contrato e busque tentar dialogar em relação ao que virá.

Não deixe de entrar em contato com o responsável pela gestão do documento, ainda mais nos casos em que você tem um contato direito com o proprietário do imóvel.

Você pode apresentar uma contraproposta e, claro, seja o mais sincero possível!

2. Seja honesto: Como falamos acima, é muito importante manter a sinceridade nessas horas.

Então não custa nada tentar explicar o porquê de você não conseguir arcar com o aumento de aluguel ou mesmo ter dificuldade nesse reajuste.

3. Proponha um reajuste pelo IPCA: você leu anteriormente, que o IPCA pode provocar um aumento reduzido em contrapartida ao IGP-M.

Portanto ao invés de criar um valor, proponha a troca de indexador e não esqueça de formalizar esse entendimento.

Gostou de aprender tudo sobre o aumento de aluguel e nossas dicas de como reverter isso?

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